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Turmas do Remadas realizam primeiros testes do PROESP de 2017


Um dos circuitos de atividades mais importantes do ano teve início nesta segunda-feira (27.03) no Remadas Solidárias. Conhecido como Projeto Esporte Brasil (PROESP), o observatório auxilia os professores no acompanhamento dos alunos.

Os testes avaliam velocidade, flexibilidade, resistência, postura e força, e ainda apontam o peso e a altura de cada criança e adolescente que integra o projeto.



A professora Renata Santini explica sobre a importância do circuito:

“Nós realizamos os testes do PROESP três vezes por ano, e os dados nos ajudam a avaliar o progresso dos alunos dentro do Remadas. Podemos comparar os resultados e ver se melhoraram ao longo do ano e se a canoagem está ajudando no desenvolvimento das capacidades”.



O PROESP é aplicado por professores de Educação Física de todo país, permitindo que os alunos sejam avaliados e trabalhem em cima de questões pontuais para melhorar o rendimento de maneira saudável.





As turmas seguem com as avaliações até o sábado, dia 1º de abril.

Fotos: Vanessa Pedroso 






Atividade da semana: professores avaliam alunos pelos critérios do Projeto Esporte Brasil - PROESP


A última semana do mês de março de 2017 terá atividades para avaliar os alunos do Remadas Solidárias a partir dos critérios do PROESP - Projeto Esporte Brasil.

A metodologia do PROESP é utilizada em todo o país para a avaliação dos padrões de crescimento e desenvolvimento corporal, motor e da aptidão física relacionada à saúde.

Todas as turmas do Remadas Solidárias realizarão os testes, supervisionados pelos professores. Os testes avaliam questões como estatura, índice de massa corporal (IMC), envergadura, flexibilidade, força-resistência (abdominal), resistência geral, agilidade e velocidade de deslocamento.

Os resultados coletados serão cadastrados na página do PROESP para futuras reavaliações e acompanhamento do desenvolvimento dos alunos.

Filmagem auxilia no desenvolvimento da técnica de canoagem



A experiência da avaliação sistemática ao longo desta semana agradou os alunos do Remadas. Organizadas e realizadas pelos professores, as filmagens da técnica de canoagem tiveram o objetivo de identificar as habilidades e também as dificuldades dos integrantes de cada turma.

Participando desde a primeira edição do projeto, a aluna Gabriele de Oliveira, 14 anos, conta que gosta desta atividade e que vem melhorando sua técnica com o passar dos anos: “É muito importante para ver os erros e depois poder corrigir. No início foi difícil, mas a gente vai melhorando com o passar do tempo e os professores nos ajudam”, disse.

O aluno Ivandel Moreira, 14, que está no Remadas há um ano e um mês, acredita que a filmagem ajuda bastante na melhoria e aperfeiçoamento da técnica. “É muito legal, nos ajuda a ver as dificuldades e depois fazer melhor. É difícil conseguir equilíbrio no começo, mas a gente trabalha essa questão, também. Ver essas imagens ajuda muito, independente de ser novo no Remadas ou não”, relatou.

A avaliação sistemática envolveu cerca de 60 crianças e adolescentes. Juntos eles analisaram as imagens, apontaram questões direcionadas ao posicionamento dentro do caiaque, utilização correta dos remos, movimentação das pernas, mãos, braços e giro troncal, entre outros. Os professores fizeram comentários sobre cada vídeo assistido e os alunos aproveitaram para esclarecer dúvidas.


Fotos: Vanessa Pedroso 


Alunos do Remadas passam por avaliação sistemática de canoagem



Os alunos do Remadas estão realizando uma atividade diferenciada ao longo desta semana.
Trata-se de uma filmagem técnica orientada pelos professores. Divididos em turmas, a
expectativa é que cerca de 60 alunos participem do processo.


O professor William Brandão destaca a importância da atividade. “Essa filmagem vai auxiliar em uma avaliação sistemática a respeito do desenvolvimento dos alunos na canoagem. O vídeo é muito importante, pois nos permite corrigir, orientar e educar as nossas crianças e adolescentes”, disse.

Os alunos vão começar a assistir as imagens a partir desta quinta-feira (23.03), juntamente com os professores. A proposta é que os pontos positivos e negativos sejam identificados, para que, posteriormente, sejam trabalhados no calendário de atividades do Remadas.


Fotos: Vanessa Pedroso 

Organização coletiva: turma do Remadas constrói normas de convivência



Pensa numa lista de regras construída coletivamente... Num primeiro momento, pode até parecer difícil construí-la, mas, com habilidade de quem coordena com dedicação o trabalho, tudo fica mais fácil.

No Remadas Solidárias, essa proposta não ficou apenas no papel. A galera, junto com os professores do projeto, criou e aprovou cada item que compõe as normas de convivência, denominadas pelo grupo como Regras do Remadas.


A garotada se dedicou para construí-las e foi a principal responsável por aprová-las. Durante três dias, no início deste mês de março, os alunos tiveram aulas sobre regras. O objetivo foi retomar as normas de convivência, tendo consciência que, para se ter um ambiente mais seguro, organizado e engajado, há a necessidade de cumpri-las.

 As crianças e os adolescentes permaneceram na sala do refeitório do Sesi e receberam instruções sobre a atividade. Primeiro, a  turma foi dividida em grupos de igual número. Cada grupo escreveu, pelo menos, seis normas do Projeto Remadas Solidárias. Após, os integrantes de cada equipe as compartilharam com o restante da turma.

Em círculo, o professor Edelvan Borelli mencionou as normas e os alunos as aprovavam ou não, tendo em vista a importância no dia a dia do projeto, que se volta ao ensino da canoagem, valorizando o esporte e a educação na vida das pessoas. A manifestação da turma em relação às normas tinha símbolos: ao mostrarem a mão fechada, sinalizavam concordância com a regra. Do contrário, a mão se abria.


O relatório com as Regras do Remadas escritas por todas as turmas consta em um cartaz afixado na parede do hangar. É para que todos as tenham sempre em vista.

Algumas delas contribuem para garantir mais proteção aos estudantes, como: uso do colete no trapiche e do uniforme para ir à aula; no ônibus que traz os alunos ao projeto, não ficar de pé e usar o cinto de segurança; não nadar na represa (somente nas atividades específicas, como atividade triatlo); não desperdiçar comida na hora do lanche; manter os espaços limpos; não correr no trapiche porque faz onda e atrapalha quem está na piscina; colocar o colete molhado no lugar certo; chegar no horário...

Gustavo Schimidt Cadorin e Douglas Weber Zucco, ambos com 11 anos e alunos do 6º ano do Colégio São José, participaram, atentos, da elaboração das regras. Há dois anos no Remadas, eles observam que as normas são úteis para o bom andamento da aula e do aprendizado. Por isso, vão olhar com atenção a lista que permanecerá, ao longo do ano, na parede do hangar.






Fotos: Rosa Ana Bisinella

Semana será dedicada a avaliar a técnica

A semana que marca a chegada do outono será dedicada a filmagem e avaliação da técnica da prática da canoagem no Remadas Solidárias.

Até quarta-feira, dia 23 de março, os professores do projeto irão realizar filmagens das atividades desenvolvidas pelos alunos, com o objetivo de avaliar as técnicas básicas da prática da modalidade.

De quinta até sábado, os docentes apresentarão as filmagens e farão análises com os alunos. Utilizando o vídeo como ferramenta, mostrarão ao grupo os aspectos mais importantes do resultado da tarefa, com o intuito de melhorar a compreensão do que deve ser aprimorado no gesto técnico, deixando o mesmo mais eficiente.

Resultados na Copa Brasil de Canoagem Velocidade

Nossos alunos do Remadas Solidárias, que integram a equipe de canoagem de Caxias do Sul, obtiveram os seguintes resultados na Copa Brasil de Canoagem Velocidade:

Débora Garcia - 3º Lugar K1 Júnior Feminino 500m e 3º Lugar K1 Júnior Feminino 200m

Isadora Ribeiro - 2º Lugar K1 Júnior Feminino 200m

A competição, realizada no último final de semana (11 e 12 de março), em Curitiba, Paraná, teve a participação de oito atletas da equipe ACEN/UCS/Prefeitura de Caxias do Sul. Além das alunas do Remadas, os seguintes atletas conquistaram resultados na Copa Brasil de Canoagem:

Silvia Portella – 1º Lugar no K1 Júnior 500m e 1º Lugar no K1 Júnior 200m
Josias Souza – 1º Lugar no K1 Menor 1000m
Tainá de Freitas – 1º Lugar K1 Menor 500 m
Júlia Gauze – 1º Lugar C1 Infantil 200m
Marcos Scolaro – 2º Lugar no K1 Júnior 200m

A equipe ACEN/UCS/Prefeitura de Caxias do Sul ficou em quarto lugar. A competição teve a participação de 21 equipes de diferentes estados.

A competição serviu também como seletiva para os Jogos Sul-Americanos da Juventude, para atletas com 14 e 15 anos de idade, que serão realizados no final se setembro e início de outubro, no Chile.

Três atletas da equipe caxiense foram pré-classificados para a seletiva nacional que irá definir a equipe que irá ao Chile: Josias Souza, Débora Garcia e Tainá de Freitas. O controle será realizado em Curitiba em data a ser divulgada.

Acompanhe o resultado da competição AQUI

Aulas da semana serão para aperfeiçoar técnica da canoa



As atividades desta semana (até quinta-feira, 16 de março) no Remadas Solidárias serão desenvolvidas pelos professores com o objetivo de desempenhar os movimentos técnicos da canoa, a fim de melhorar o descolamento durante a remada.

Os professores organizaram as aulas para dois grupos: o Grupo B desempenhará tarefas para a prática do caiaque, percorrendo a distância de 600 metros; os integrantes do Grupo A realizarão a técnica da canoa na piscina.

Em novembro do ano passado, as crianças e jovens tiveram experiência com a canoa. Na
comparação com o caiaque, a canoa exige mais equilíbrio. Só para dar um exemplo dessa maior dificuldade: no caiaque, os praticantes sentam para remar e, na canoa, têm de se ajoelhar.

"A canoa tem um grau de dificuldade a mais pelo fato do centro de gravidade ficar mais alto da base da embarcação do que no caiaque. Além de terem de ficar em uma posição que geralmente não ficam (com um joelho apoiado no fundo da canoa e outro mais no alto)", explicou, na época, o professor Edelvan Borelli.

Na sexta-feira, dia 17, não haverá atividades. Os professores do Remadas participam de uma palestra sobre “Construindo um lugar seguro para crianças e adolescentes: da invisibilidade a arte de escrever sua história”, com a professora Sandra Mara Kindlein Penno. A capacitação é promovida pela Ação Social Aliança do Rio Grande do Sul.

Foto: Milena Bonatto

Site Sabe Caxias - 12.03.201

A participação das alunas do Remadas Solidárias que hoje integram a equipe caxiense de canoagem, na Copa Brasil de Canoagem, foi notícia no site Sabe Caxias.



Alunas do Remadas que hoje estão na equipe de canoagem participam de competição nacional em Curitiba

Jonatan, Isadora, Débora, Josias, Silvia e o auxiliar técnico Michel de Carli

Neste final de semana, Curitiba, no Paraná, recebe a primeira etapa da Copa Brasil de Canoagem Velocidade e Paracanoagem 2017. São esperados mais de 200 atletas de vários estados até domingo (12) no Parque Náutico do Iguaçu, para as disputas nas categorias Infantil, Menor, Júnior, Sênior e Master A, e na paracanoagem no K1, V1 e Tetra.

Isadora Ribeiro e Débora Coelho Garcia

Caxias do Sul será representada por sete atletas, integrantes da equipe da Associação Caxiense de Esportes Náuticos ACEN/UCS/Prefeitura de Caxias do Sul. Dentre eles, duas alunas oriundas do Projeto Remadas Solidárias e que hoje treinam na equipe caxiense: Isadora Ribeiro e Débora Coelho Garcia. Silvia Leticia Portella, Rafaela Borba Madalosso e Josias Castanha, provenientes do Projeto Navegar, e Tayna Freitas e Julia Gauze completam a equipe.

 Para Jonatan Maia, supervisor do Remadas e técnico da equipe caxiense de canoagem, esta competição projeta novos atletas no ranking nacional. “Os atletas que irão para a competição possuem títulos nacionais e Silvia já foi atleta da seleção brasileira e, também, conquistou títulos em campeonatos sul-americanos”, observa.

 A competição na capital paranaense selecionará quatro atletas com idade entre 14 e 15 anos, das provas de caiaque e canoa individual para realizar um estágio no Centro Nacional de Canoagem Velocidade, visando à preparação para os Jogos Sul-Americanos da Juventude. Após, haverá uma seletiva interna que classificará apenas um representante de cada categoria, masculino e feminino. Os Jogos Sul-Americanos da Juventude serão realizados no final do mês de setembro, no Chile.

 A equipe fez uma preparação curta e não totalmente voltada para esta competição. Mas o técnico acredita em bom desempenho. Ele ressalta que uma das principais metas da temporada é o Campeonato Brasileiro, que será realizado em agosto e, também, vale vaga para a equipe nacional.

Fotos: Elizeu Evangelista

Semana tem aulas de fundamentos técnicos do caiaque e da canoagem


Nesta semana, os alunos do Remadas Solidárias realizam exercícios para aprender e aperfeiçoar os fundamentos técnicos.

Até quarta-feira, as atividades na água serão para aprimorar o gesto técnico. Divididos em duplas, as crianças e jovens realizarão percursos executando as técnicas de remada pausada e giro de tronco.

Na segunda parte da semana, de quinta até sábado, dia 11 de março, o tema será fundamentos técnicos da canoagem. Os professores irão avaliar o estágio em que o aluno se encontra no processo de ensino-aprendizagem. Todos irão executar as tarefas de ajuste do colete salva-vidas, transporte e a entrada e saída do caiaque.

Boa aula!

Foto: Ariana Peroni

Parceria na vida e na canoagem


Os irmãos gêmeos Mateus e Eduardo Jaensen, de 12 anos, não são parecidos apenas na aparência. O gosto pelo esporte também vem de berço. Os alunos do Remadas Solidárias iniciaram juntos no projeto, aos nove anos, e não pretendem parar tão cedo. Entre os anseios está chegar muito além na canoagem e virar atleta. “Estamos nos saindo muito bem e queremos continuar evoluindo”, diz Mateus.

A canoagem chegou na vida dos irmãos por meio da escola José Venzon Eberle, onde estudam. “Nos três anos de projeto, a evolução dos meninos é visível. Percebemos uma melhora na técnica e capacidades e habilidades motoras”, explica o professor, William Brandão.

Para os gêmeos da canoagem, eles ainda têm muito para aprender, mas já demonstram suas preferências. “Gostamos de remar até o paredão, além de treinar giro de tronco e jogo de pernas”, frisa Eduardo.

Na última quinta-feira, 23 de fevereiro, os meninos e mais uma turma de 48 alunos realizaram um passeio pela Represa São Miguel, para que todos pudessem testar as embarcações – turismo e mini k1. Durante o trajeto, acompanhado pelos professores, os integrantes do Remadas tiveram a oportunidade de aperfeiçoar a técnica da remada e o equilíbrio no caiaque. A tarde ainda contou com oficinas de esporte, com vôlei e futebol; e musicalização.


Foto: Ariana Peroni 

Atividades da semana: passeio de caiaque e período de Carnaval


Está chegando o Carnaval, mas ainda tem atividade no Remadas Solidárias. Até sábado, 25 de fevereiro, os alunos irão se aventurar em um passeio de caiaque pelas margens da represa. Os professores e a coordenação programaram colocar todas as embarcações na água - K1, mini K1 e turismo - para que os alunos, durante o percurso, possam trocar de equipamentos. 

Toda turma sairá junta do trapiche e seguirá o professor pelo trajeto. Para que os alunos entendam a importância das atividades, alguns desafios serão feitos no decorrer do caminho. 

Na próxima semana, de segunda a quarta-feira, 27 de fevereiro a 1° de março, o Remadas dá uma paradinha para curtir o Carnaval e retorna com as atividades na quinta-feira, 2 de março.

Foto: Ariana Peroni

Equilíbrio: aprendendo a embarcar no caiaque dentro d’água



Muito além de remar, na canoagem é preciso aprender a superar desafios para realizar a
prática. O esporte possibilita bem-estar, coordenação, capacidade respiratória e resistência.

Nas aulas dos três primeiros dias desta semana, os alunos do Remadas precisaram mostrar força e disposição para superar novas metas e mostrar que estão comprometidos.

Para os crianças e adolescentes que remam nas águas da represa, os professores demonstraram a técnica de embarcar no caiaque dentro d’água e na sequência todos praticaram a atividade, sem deixar de lado a diversão e as inúmeras quedas, que renderam muitas risadas e mergulhos.

“Esse trabalho desenvolve o equilíbrio dos alunos, que é a base da canoagem, além de dar autonomia e segurança caso eles caiam na represa”, destaca o professor Evandro Pomina.

Após a atividade, os alunos ainda realizaram atividades no K1 para vivenciar a embarcação olímpica. “O K1 desliza mais na água e tem menos base, o que exige ainda mais equilíbrio”, explica o professor Edelvan Borelli.

Os estudantes que estão iniciando no projeto tiveram aula na piscina natural formada pelas bordas do trapiche que dá pé e é usada para as primeiras instruções.

Fotos: Ariana Peroni


Disposição e força de vontade para aprender canoagem

Professor Evandro Pomina ensina e orienta os alunos 

Antes de se aventurarem pelas águas da represa São Miguel, os alunos do Remadas Solidárias precisam aprender as técnicas básicas da canoagem e a importância de estar com os equipamentos regulados e em dia para que a prática da atividade seja completa. Por isso, a programação do Remadas inclui  aulas - como na semana passada -, em que os professores do projeto praticaram com as crianças e adolescentes a iniciação ao caiaque ensinando regulagem e entrada e saída da embarcação.

“Regular o finca-pés e o banco são essenciais para a técnica, para o equilíbrio e a capacidade de remada. Para alguns alunos estamos apenas reforçando essa atividade e para os iniciantes estamos demonstrando na prática”, explica o professor William Brandão.

Após as principais técnicas, os alunos realizaram um trajeto na represa para demonstrar o que aprenderam.



Foto: Ariana Peroni

Atividades da semana: minirrústica na água e vivência com embarcação K1, exercitando o equilíbrio

As atividades das aulas no Remadas Solidárias são programadas semanalmente, pela coordenação e pelos professores.

Até sábado, dia 18 de fevereiro, as aulas terão como tema “Minirrústica náutica”. Em duplas, os alunos irão percorrer a distância de 6 quilômetros (dividida entre os dois integrantes). A atividade ajuda a relembrar os cuidados necessários com a embarcação. As crianças e adolescentes que estão iniciando no projeto terão aulas na piscina natural, onde receberão as primeiras instruções sobre canoagem, praticando a entrada, saída e deslocamento da embarcação.

Na próxima semana, do dia 20 até dia 22, a atividade programada é de “Teste do K1 e subir no caiaque na água”, e permitirá às crianças e adolescentes vivenciar a embarcação, exercitando o equilíbrio. Os alunos aprenderão a técnica de embarcar no mini K1 após ter virado o caiaque, sempre com orientação, monitoramento e atenção dos professores. As primeiras aulas da semana que vem, também, terão atividades de “siga o chefe”. Boa aula!

Foto: Ariana Peroni

Triatlo trabalha cooperação e adaptação na água



Nada melhor do que começar a semana com muita disposição. Os alunos do Remadas tiveram na segunda-feira, 6 de fevereiro, o início das oficinas e uma prova de triatlo diferente. Além das tradicionais modalidades corrida e natação, os professores adaptaram o esporte e incluíram a canoagem no lugar do ciclismo.

Com gritos de incentivo e muita cooperação,  as crianças e adolescentes se dividiram em duplas para realizar as três atividades. Na pista de corrida, muito suor e apoio dos colegas para percorrer as quatro voltas necessárias para marcar o tempo. Na água, as remadas exigiram coordenação para atravessar o percurso em duas voltas e, na natação, braços e pernas foram exigidos para finalizar uma tarde muito divertida. As atividades foram feitas pelos dois alunos envolvidos e coordenadas pelos quatro professores do Remadas.

“O triatlo ajuda na adaptação e resistência na água, além de trabalhar noções de coletivo, pois eles precisam ajudar o colega e estar em sintonia para que a dupla siga em frente”, explica a professora Renata Santini. 

Além do triatlo, os alunos participaram das oficinas de esporte, com atividades de observação e contato; violão e musicalização, com professores do Sesi.


Foto: Ariana Peroni


Determinação e força de vontade são fundamentais para evolução na canoagem


A sexta-feira, 3 de fevereiro, amanheceu ensolarada e os alunos do Remadas aproveitaram as atividades na água com diversão e muito aprendizado. As crianças e adolescentes trabalharam as técnicas de canoagem com foco nos movimentos de braços, pernas e tronco.

A evolução de cada aluno surpreende os envolvidos no projeto. Gabriel Segala Gebert, de 13 anos, é um exemplo de determinação. O aluno da escola municipal Raquel Grazziotin começou no projeto em janeiro de 2016 e impressionou os professores com a determinação e força de vontade. “O Gabriel começou aos pouquinhos na piscina, mas sempre com insegurança, pois tinha medo de cair na água. Depois de alguns meses de persistência, ele avançou. A evolução foi fantástica”, frisa o professor Evandro Pomina.

Gabriel também percebeu o quanto a canoagem o ajudou. “Quando cheguei tinha um pressentimento ruim, pois tinha medo de cair e o colete não me deixar na superfície, mas os professores e colegas me ajudaram muito, além do incentivo dos meus pais. Hoje estou bem melhor”, destaca o aluno.

A evolução das crianças e adolescentes envolvidos no projeto Remadas Solidárias é uma vitória para os professores, além de demonstrar a importância da determinação e do trabalho em equipe para superação.

Foto: Ariana Peroni


Piscina é o início para a conquista das águas na canoagem



Coordenar braços, pernas e remo não é nada fácil, mas é gratificante. A canoagem exige preparo e cuidados. Por isso, os alunos do Remadas Solidárias só são liberados para atividades na represa quando estão treinados e aptos para encarar as águas. O primeiro passo ao chegar no projeto é começar as atividades na piscina. A prova de que a tarefa não é fácil está nas inúmeras quedas, que acabam em mergulhos e muita diversão.

Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, foi dia das crianças testarem o equilíbrio, a confiança, as direções e como virar o barco corretamente para não cair na água. “O tempo de piscina depende de cada aluno. Depois que eles pegam o remo e conseguem manter o equilíbrio, são direcionados para a represa”, destaca o professor Willian Brandão. 

Para os alunos mais avançados, a manhã desta segunda contou com o trajeto na represa, que trabalha a técnica de remada e consiste em percorrer o caminho até o outro lado da represa e retornar para a entrega do caiaque a outro colega.

Após a atividade na água, os alunos se deslocaram até o ginásio do Sesi, parceiro do projeto, onde os professores organizaram um pique bandeira, atividade que consiste em atravessar a quadra adversária e pegar um cone da outra equipe sem deixar que o seu seja roubado. A brincadeira trabalha noção de estratégia e trabalho em equipe.


Fotos: Ariana Peroni 

 
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